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Hoje Guiei Um...

Teste – Skoda Kamiq Scout 1.0 TSI: Palavra de escuteiro

Francisco Mota
Última atualização: 24 de Maio, 2023 15:43
Por Francisco Mota 10 Min leitura
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Desde que foi lançado em 2019 que o Kamiq tem tido uma carreira estável nos mercados europeus, sendo em alguns o modelo mais vendido da marca. A versão Scout vem trazer um visual mais “off road” que lhe assenta particularmente bem e lhe reforça o aspeto que muitos compradores preferem. Tudo para conhecer em mais um teste TARGA 67.

Conteúdos
Nível de equipamentoMecânica não mudaBom ambienteMaior que o T-CrossFácil de guiar em cidadeConfortávelConsumos reduzidosDinâmica bem controladaMotor entusiasmaConclusão

 

Sem os aros plásticos nos guarda-lamas e sem aplicações de efeito metálico nos para-choques, o Kamiq mais parece uma carrinha do segmento B do que propriamente um mini-SUV, ou sequer um crossover. Isso não impediu o modelo de ter registado bons números de vendas em vários mercados europeus, desde que foi lançado em 2019.

Skoda Kamiq foi lançado em 2019

A versão Scout Line deste teste acrescenta exatamente isso e a verdade é que o aspeto do Kamiq muda para melhor. Ganha outra “credibilidade” dentro de um segmento em que ser discreto nem sempre é a melhor opção.

Nível de equipamento

Scout Line é um nível de equipamento que a Skoda usa noutros modelos, há bastante tempo. No Kamiq isso traduz-se na presença dos referidos aros de proteção dos guarda-lamas em plástico não pintado e nas formas dos para-choques, com aplicações de cor de alumínio, tanto na frente como atrás.

A altura ao solo é a mesma dos outros Kamiq

As barras de tejadilho e as capas dos retrovisores são também pintadas numa cor metálica. Por dentro, as saídas de ar da climatização têm molduras pintadas e há um tecido diferente para os bancos e forros das portas, que se chama Thermoflux, além de pespontos em castanho claro nos bancos e apoio de braços.

Mecânica não muda

Em termos mecânicos, não há nenhumas alterações, nem na suspensão, nem no controlo de tração. A altura ao solo é a mesma das outras versões (188 mm) e as jantes de 17” têm um desenho específico. Na lista de acessórios, há proteções de motor e caixa de velocidades, que se podem comprar à parte.

Scout Line é versão de equipamento

O Kamiq não tem versões de tração às quatro rodas, são todas de tração à frente com a opção entre caixa manual de seis ou a DSG de dupla embraiagem e sete relações que equipava a unidade deste teste TARGA 67.

Bom ambiente

O habitáculo tem materiais de boa qualidade, na maioria plásticos duros, mas também algumas aplicações com outros efeitos. O painel de instrumentos é analógico e continua a ter bom aspeto. O ecrã tátil central usa um sistema simples, mas muito fácil de utilizar.

Bom nível de qualidade, para o segmento B-SUV

Os comandos da climatização estão separados, mais abaixo na consola, e têm botões físicos fáceis de usar, mas as suas indicações surgem no ecrã tátil, o que pode ser confuso.

Caixa DSG de dupla embraiagem e sete relações

A caixa de dupla embraiagem ainda tem uma alavanca com as tradicionais posições P, R, N e D, além da posição desportiva S. Não há modos de condução.

Maior que o T-Cross

A posição de condução é muito boa, 40 mm mais alta que num Scala, com o qual o Kamiq partilha a plataforma MQB-A0. Outro modelo que usa a mesma base é o VW T-Cross, mas o Kamiq tem mais 10 cm de distância entre eixos o que faz toda a diferença no espaço disponível na segunda fila.

Bancos com conforto e bom apoio lateral

Como é tradição da Skoda, os seus modelos têm sempre mais espaço que a média do segmento e isso também se aplica no banco de trás do Kamiq, com bom comprimento para as pernas e boa altura. A largura não facilita o transporte de um passageiro ao meio, que tem ainda de lidar com um túnel alto no piso.

Muito espaço na segunda fila de bancos

A mala tem uns muito bons 400 litros de capacidade, piso regulável, rebatimento do banco 40/60 e ganchos para sacos de compras, nas paredes laterais. Só a pega de borracha para puxar o portão para baixo não é muito prática.

Fácil de guiar em cidade

O volante de dois braços tem regulações suficientes, tal como o banco, que é confortável e tem boa sustentação lateral. A visibilidade é boa, devido à generosa superfície vidrada e às formas pouco arredondadas que evitam a silhueta “pseudo-coupé”.

Motor 1.0 TSI tem 110 cv e 200 Nm

Em cidade, as primeiras impressões chegam da boa calibração da assistência da direção, que está no ponto certo. Não é demasiado leve e tem boa precisão, os travões são fáceis de dosear e a caixa DSG raramente deixa sentir que está a fazer uma passagem. Só em trânsito para-arranca.

Confortável

A suspensão está afinada para o conforto e atinge o objetivo, não sendo incomodada a não ser em pisos em muito mau estado, mas mantendo a carroçaria muito bem controlada. Os pneus 205/55 R17 dão uma ajuda ao serm um pouco mais altos do que os usados nas outras versões.

Climatização com comandos separados

O motor 1.0 TSI de 110 cv, com três cilindros e turbocompressor, continua a ser um exemplo de suavidade e disponibilidade a baixos regimes, sobretudo quando acoplado à caixa DSG7. O seu binário de 200 Nm às 2000 rpm é mais que suficiente para uma condução muito descontraída e rápida em cidade. O curto raio de viragem ajuda nas manobras.

Consumos reduzidos

No meu habitual teste de consumos em cidade, com o A/C desligado, obtive um valor de 7,6 litros/100 km, que é aceitável, sem ser brilhante, tendo em conta que este motor ainda não tem nenhum componente híbrido.

Painel de instrumentos analógico

Em autoestrada, o consumo que registei foi de 5,6 l/100 km, um valor muito bom, mostrando que a aerodinâmica não prejudica o Kamiq. Gostei da tranquilidade a bordo, feita de baixos ruídos aerodinâmicos e de rolamento, bem como de um controlo excelente dos movimentos da carroçaria. A velocidade máxima anunciada é de 193 km/h.

Dinâmica bem controlada

Em estrada secundária, a primeira coisa de que se dá pela falta é das patilhas no volante, da caixa DSG7, que este Scout não tinha. Usei o modo “S” escolhido na alavanca e o desempenho da caixa não deixa grandes queixas. Num arranque 0-100 km/h a Skoda anuncia um tempo de 10,2 segundos, que me pareceu realista.

Comportamento neutro e tranquilo

O motor mostra força até ao “red-line” e a caixa faz as passagens rapidamente e sem soluços. Em traçados com mais curvas, claro que notei uma certa falta de controlo da transmissão, mas a caixa acompanha bem as zonas de travagem, com reduções atempadas e depois prolonga cada relação em aceleração forte, até tirar tudo do motor.

Motor entusiasma

O Kamiq não tem quaisquer pretensões desportivas, pelo contrário. A afinação da suspensão dá prioridade ao conforto, sem perder nada em termos de controlo de massas, por exemplo em encadeados de curvas ou em travagens bruscas. A sensação de que está tudo sob controlo é permanente.

Condução dá prioridade ao conforto e facilidade

A vivacidade do motor acaba por incentivar a alguns exageros, altura em que se percebe que o comportamento passa de neutro a subvirador com alguma facilidade. Provocar a traseira para evitar essa tendência nem sempre resulta.

Conclusão

O visual Scout Line funciona muito bem no Kamiq, provavelmente deveria ser o visual de série de todas as versões, pois dá-lhe o look “offroad” que falta às outras opções. A competência do motor está mais que provada, fazendo deste um dos B-SUV mais bem conseguidos do segmento. Talvez a imagem de marca da Skoda ainda não seja, aos olhos de alguns, compatível com um preço de 27 710 euros.

Francisco Mota

(fotos de João Apolinário)

 

Skoda Scout Line 1.0 TSI DSG

Potência: 110 cv

Preço: 27 710 euros

Veredicto: 3,5 (0 a 5)

 

Ler também, seguindo o link:Teste – Skoda Karoq TDI 4×4: Uma ferramenta especial

TAGGED:featuredKamiqKamiq ScouScout LineSkodaSkoda 1.0 TSISkoda Kamiq
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