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Crónica à 6ª

Crónica – VW Taigo: mais um SUV… quando é que “isto” acaba?

Francisco Mota
Última atualização: 18 de Fevereiro, 2022 17:27
Por Francisco Mota
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18/02/2022. A moda dos SUV não parece ter fim à vista, mas todos admitem que se trata de um ciclo. O que virá depois?… Ainda é cedo para ter a certeza, enquanto isso as marcas continuam com intermináveis variações do conceito. Saiba onde se encaixa o VW Taigo.

Conteúdos
Nasceu como NivusComo será o pós-SUV?SUV-Coupé, por agoraPrimo do Polo e T-CrossMotores são os mesmosConclusão

 

Entre o topo do segmento B e a base do segmento C a VW já tinha dois SUV à venda na Europa: o T-Cross, fabricado em Espanha e o T-Roc, fabricado em Portugal e que foi o modelo da VW mais vendido na Europa no ano de 2021. Parabéns à AutoEuropa!

Mas o fator novidade é cada vez mais um motor das vendas, por isso é preciso estar atento às tendências e propor constantemente “coisas” novas. Para a VW, a última novidade tinha sido o T-Cross, lançado em 2019 e feito com base na plataforma do Polo.

Mas a concorrência no segmento B-SUV começou a lançar modelos mais estilizados, com silhuetas de SUV-Coupé e a VW não podia ficar parada. O curioso é que a iniciativa de conceber um novo modelo para o mesmo segmento partiu do departamento de engenharia da VW Brasil.

Nasceu como Nivus

O lançamento do Nivus no Brasil foi um sucesso tão grande que o levou ao topo de vendas do segmento e a casa-mãe tomou boa nota do assunto. Daí a transferir o modelo para a Europa foi um salto que lhe trocou o nome, pois do lado de cá do Atlântico, todos os SUV da VW têm nomes a começar por T. Coisas de alemães…

O Taigo é um T-Cross coupé, para simplificar o assunto e mostra como a oferta de SUV está a diversificar-se no sentido de modelos com tejadilho mais baixo, ou pelo menos com a aparência de ser mais baixo.

O Taigo é uma opção ao T-Cross, aqui com o vidro traseiro inclinado

A silhueta utilitária e “quadrada” do T-Cross tem agora no Taigo uma alternativa com o vidro traseiro inclinado, evocando os coupés de outros segmentos e de outros tempos.

Como será o pós-SUV?

Será por aqui que a oferta dos SUV se vai desenvolver? Para já, parece que sim mas não há certezas. Das conversas que tenho tido com estilistas de várias marcas, não consegui ainda construir um cenário claro daquilo que poderá ser o pós-SUV.

A perceção de elevada altura ao solo, mesmo quando a fita métrica não o confirma, é algo de que os condutores gostam. Dá-lhes uma sensação de proteção e vem com a posição de condução mais alta, para melhor visibilidade.

Os tejadilhos muito altos talvez não sejam realmente necessários para muitos utilizadores. E nem todos gostam de ter um carro com aspeto demasiado utilitário.

SUV-Coupé, por agora

Ambas as tendência apontam para os SUV-coupé, mas há exercícios de estilo que juntam ainda outras variantes. É o caso do Citroën C5 X que, além de ser alto, em relação ao solo e baixo, na altura total ainda é comprido como uma carrinha.

Mas enquanto não se vislumbram os carros que virão substituir os atuais SUV, o mercado vai pedindo mais e mais. Em Portugal, já representam 25% das vendas totais, sendo transversais a quase todos os segmentos.

A SIVA está otimista em relação às vendas do novo Taigo e tem razões para isso

Por isso não me admirei com o indisfarçável otimismo com que a SIVA apresentou o Taigo esta semana em Portugal. Um B-SUV coupé que tem nos jovens o seu alvo, diz o marketing.

Mas isso será mais a habitual imagem da publicidade que todos os construtores fazem passar: afinal, há alguém que promova um carro como o ideal para os cidadãos seniores?…

Primo do Polo e T-Cross

O Taigo é feito na fábrica de Pamplona, Espanha, ao lado do Polo e do T-Cross com os quais partilha a plataforma, os motores e quase tudo aquilo que o condutor não vê. E mesmo algumas coisas que vê, como vários componentes do habitáculo.

A distância entre-eixos é a mesma nos três modelos, por isso o espaço no interior pouco muda. Mas o Taigo tem um vão traseiro 132 mm maior que o do T-Cross, para ter a tal silhueta coupé. A mala tem 438 litros, mais que os 385 litros do T-Cross.

Criticada por usar plásticos duros em todo o habitáculo do T-Cross, a VW colocou plásticos macios no topo do tablier do Taigo, mas não nas portas. Também há mais opções decorativas no interior e exterior em dupla cor, barras no tejadilho em opção ou tejadilho de vidro. Curiosamente, estas duas não são compatíveis.

Motores são os mesmos

Nada de novo nos motores, que se ficam pelas duas variações do 1.0 TSI, com 95 cv ou 110 cv e uma para o quatro cilindros 1.5 TSI de 150 cv, com caixa manual de cinco no menos potente e opção por uma DSG nos outros. Não há sinais de sistema híbrido, nem “mild hybrid”.

O posicionamento de preços diz muito sobre o que significa o Taigo: custa 2% mais que o T-Cross, começando nos 23 526 euros para a versão menos equipada com o motor de 95 cv e caixa manual. Mais tarde, vai estar disponível um nível de equipamento mais barato.

O Taigo permite uma maior margem de lucro à VW que o T-Cross

Ou seja, com custos de produção que não acredito sejam superiores aos do T-Cross, a VW acaba por conseguir maior margem no Taigo. Saber se o novo SUV vale a diferença de aproximadamente mais 3000 euros que o Polo, para versões comparáveis, isso já é outra história.

Conclusão

A verdade é que, a acontecer o que aconteceu com o líder do segmento em Portugal, o Peugeot 2008 (vendeu 6 404 unidades em 2021), os clientes não se ficam pelas versões base e compram sobretudo as mais equipadas, o que no caso do Taigo deverá significar um 1.0 TSI de 110 cv que custa 27 767 euros, no nível Style, ou uns substanciais 30 525 euros, no nível R-Line. Dá que pensar!…

Francisco Mota

Ler também, seguindo o LINK:

Crónica – VW disse mesmo que elétricos são impossíveis?

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