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Crónica à 6ª

Crónica – Novos radares e limites de velocidade: como lhes escapar

Francisco Mota
Última atualização: 5 de Novembro, 2021 16:02
Por Francisco Mota 7 Min leitura
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5/11/2021 – As autoridades anunciam mais radares, reduzem as velocidades máximas e prometem vigilância apertada, com multas para quem não cumprir. Como podem os portugueses escapar?

Conteúdos
Quais os benefíciosNão é uma invenção nacionalE por cá?…O gato e o ratoSolução 100% eficazConclusão

 

O anúncio não terá escapado a ninguém que tenha um carro com autorádio a funcionar: “estão a ser montados 41 novos radares de velocidade em Lisboa.”

A notícia vinha acompanhada com o preço dos novos dispositivos (o “investimento”) e o total de multas (o “retorno”) que se espera que gerem. São estes os contornos do “negócio”.

Mas também se tornou num “jogo”: uma infração tira pontos na carta de condução, duas tiram mais e quando a caderneta chega ao fim, volta-se à casa da partida.

Pouco se ouviu falar da necessidade de diminuir a velocidade em algumas das ruas da capital, como de todas as cidades portuguesas. E muito menos se relembraram as razões para o controlo de velocidade nas zonas urbanizadas.

Quais os benefícios

Os benefícios da redução de velocidade nas cidades são vários e começam – sob o meu ponto de vista, que deve estar ultrapassado – na segurança. Sobretudo dos peões, mas também dos novos ciclistas. Eu sei, este último ponto é polémico…

A seguir à segurança rodoviária, a redução da velocidade nas cidades tem a vantagem de diminuir a poluição: menos velocidade é igual a menores consumos e menores volumes de poluição atirados para a atmosfera, que depois temos que respirar.

A redução da velocidade também serve como medida de “acalmia” do trânsito

Mas há mais. A redução de velocidade nas cidades também serve para regular o trânsito, para o “acalmar” como agora dizem os especialistas do assunto. Serve para evitar grandes diferenças de velocidade entre os vários utentes da via, que é uma das causas de acidentes e de engarrafamentos.

Não é uma invenção nacional

Quem pensar que a redução de velocidade é uma invenção nacional, deve pesquisar melhor. A tendência é europeia e começa a ter contornes de estar concertada. Em Paris, já se persegue o objetivo dos 30 km/h em cada vez mais zonas da cidade.

Mas, noutras regiões mais rurais de França, são as próprias comunidades a fazer de tudo para reduzir a velocidade na travessia de pequenas povoações.

Além dos radares, existem placas assinadas pelas populações a sensibilizar os automobilistas para a necessidade de reduzir a velocidade, em nome da segurança.

Isto para já não falar do mobiliário urbano usado para a redução da velocidade, como as lombas ou as verdadeiras “chicanes” à entrada de cada povoação. Os automobilistas cumprem, não têm outro remédio.

E por cá?…

Por cá, de cada vez que se fala de radares e de redução de velocidade, fala-se de como lhes podemos escapar. Aplicações de smartphone que avisam onde estão os radares, os fixos e os móveis em tempo real são as preferidas de muitos.

É só travar antes do local assinalado, “aguentar” um pouco e depois voltar a acelerar como se não existisse limite na via.

Mesmo sem este auxílio eletrónico, há sempre o senso comum: “eles aqui não costuma estar” é o pensamento que empurra o pé direito para baixo.

O “bom senso” dá sempre uma ajuda para “adivinhar” onde estão os radares

Ou o oposto, “eles costumam estar aqui muitas vezes” e o pé direito arrepia caminho. Há mais tempo, eram usados os “sinais de luzes”, para avisar os companheiros da estrada que estava um radar móvel escondido algures.

Os condutores mais discretos, chegam a mudar de trajeto para evitar um troço de estrada que sabem, ou suspeitam, que está, ou pode estar, vigiado por radares. Os mais atentos vão sempre com um olho na berma, para ver se encontram um tripé negro com a forma de um obus em cima.

Seja qual for a técnica, a ideia que está subjacente é sempre a mesma: se há radares e controlo de velocidade, temos que ver como lhes escapar e não ser apanhados.

O gato e o rato

Do lado das autoridades, é exatamente o oposto. Fazer o controlo de velocidade com dispositivos móveis colocados onde os automobilistas menos esperem, ou não os consigam ver.

Limites demasiado baixos tornam-se incompreensíveis pelo condutor

Ou estabelecer limites tão baixos, em vias tão largas e desimpedidas, que ninguém percebe a sua razão de ser, a não ser proporcionar mais um local para uma “emboscada”.

Enquanto andamos entretidos neste jogo do gato e do rato, com o gato a conseguir sempre apanhar o repasto que deseja, não nos apercebemos que há uma maneira simples e 100% eficaz de “escapar” aos radares, fixos ou móveis, e evitar as multas e retirada de pontos na carta.

Solução 100% eficaz

É uma solução que vai contra a natureza humana, ou pelo menos contra a natureza dos portugueses e de outros povos do Sul da Europa. Uma solução que está ao alcance de todos, mas que poucos consideram sequer utilizar.

E que solução milagrosa será essa, que evita a “limpeza” da conta bancária dos automobilistas e da sua “caderneta” de pontos? Uma nova aplicação para smartphone apoiada por Inteligência Artificial?

Ou será um sistema autónomo do carro que o trava à vista de um sinal de limite de velocidade? Este até já existe e será obrigatório para os carros novos no futuro.

Conclusão

Nada disso! A solução 100% eficaz é a redução voluntária da velocidade. Isso mesmo: levantar o pé do acelerador e travar se for preciso, porque se acredita que esse gesto contribui para aumentar a segurança, diminuir a poluição e melhorar o escoamento do trânsito nas cidades. Será que os portugueses são capazes?…

Francisco Mota

Ler também seguindo o LINK:

Velocidade em Portugal: 140 km/h deveria ser o limite?

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