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Crónica à 6ª

Crónica – “cheiro a novo” é tóxico: a UE está a investigar

Francisco Mota
Última atualização: 23 de Outubro, 2020 16:52
Por Francisco Mota 5 Min leitura
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[soliloquy id=”7253″]23/10/2020. O “cheiro a novo” no automóvel é identificado por qualquer pessoa que entre num carro acabado de estrear. É um sinónimo de novidade apreciado por muitos, mas estudos mostram que é tóxico. A história tem contornos complexos mas a EU está finalmente a investigar.

Conteúdos
O que é o “cheiro a novo”?O que são os VOC?E a UE, o que está a fazer?Conclusão

 

É daquelas frases que ouço com frequência quando estou a testar um novo modelo e dou boleia a alguém: “este carro ainda cheira a novo!” Só me apetece responder: “é porque… é mesmo novo!” mas acabo sempre por deixar sair um indiferente “pois cheira…”

No meu caso, que passo a vida a entrar em carros novos, o “cheiro a novo” já nem sequer fica registado. Não o noto, a não ser que seja demasiado evidente. Assim de repente, vem-me à memória o odor de alguns carros Sul Coreanos, que é realmente diferente e mais intenso.

Nada disto teria interesse se não se tivesse concluído que o “cheiro a novo” é tóxico, em muitos casos e muitos carros. O assunto tem vindo a ser tratado em vários países desde há vários anos e não me espanta que a Coreia do Sul se preocupe com isso desde 2005.

O que é o “cheiro a novo”?

Mas afinal, o que é o “cheiro a novo”?… A resposta é muito simples: são gases emitidos por alguns dos materiais usados no habitáculo dos automóveis, como os plásticos, colas, téxteis, borrachas e muito mais. Estas substâncias químicas tornam tóxico o ambiente dentro do habitáculo.

Os efeitos nos ocupantes do automóvel podem ir de uma simples dor de cabeça até à irritação dos olhos, espirros, tonturas, falta de ar, cansaço e náuseas. Os sintomas são tanto mais intensos quanto maior for a temperatura dentro do habitáculo.

E o “cheiro a novo” não desaparece rapidamente, é mesmo um processo cíclico que começa com a evaporação dos gases químicos, quando os materiais que os emitem recebem calor do Sol e os espalham pelo habitáculo.

À noite, quando a temperatura desce, os materiais reabsorvem esses gases e o processo reinicia-se no dia seguinte. Isto pode durar meses.

O que são os VOC?

O problema é de tal ordem que este grupo de gases tóxicos já recebeu uma sigla, são os VOC (Volatile Organic Compounds) e foram identificados como sendo oito substâncias tóxicas.

Desde 2007 que os carros feitos na Coreia do Sul têm que respeitar normas de emissões destes VOC, o mesmo se passa na Rússia e Japão. Até na China se prepara uma legislação sobre o assunto, para aplicar a partir de 2021.

E a UE, o que está a fazer?

Na União Europeia, o assunto está a ser acompanhado apenas desde 2014, mas ainda nenhuma legislação sobre as emissões tóxicas dentro dos automóveis foi posta em prática.

Existe um guia de boas práticas genérico, que poderá servir de base a leis mais restritivas no futuro. Nada mais.

Ultimamente, a EU tem andado mais entretida com as emissões poluentes dos automóveis para a atmosfera, uma preocupação que só peca por tardia e por estar a ser implementada de maneira hostil face aos construtores.

Conclusão

A questão do ambiente tóxico dentro dos habitáculos dos automóveis, parece estar a ser tratada com uma certa ligeireza. A verdade é que, para resolver esse problema, será necessário obrigar os construtores de automóveis a trocar alguns dos materiais usados nos habitáculos, por outros que não emitam o prejudicial “cheiro a novo”. E isso é um processo que envolve as marcas, os seus fornecedores, laboratórios de testes, normas de homologação e um cardápio de burocracias.

Francisco Mota

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