Targa67
Sign In
  • Início
  • Hoje Guiei Um…
    Hoje Guiei Um...Ver mais
    Vídeo – KGM Musso: À moda antiga
    24 de Janeiro, 2026
    Primeiro Teste – Kia EV5: Soma e segue!
    24 de Janeiro, 2026
    Primeiro Teste – Mitsubishi Eclipse Cross: Agora é 100% elétrico
    22 de Janeiro, 2026
    Primeiro Teste – Mitsubishi Grandis: Regresso com nova atitude
    6 de Janeiro, 2026
    Primeiro Teste – Renault Clio VI: Jogada de antecipação
    11 de Dezembro, 2025
  • Vídeos
    VídeosVer mais
    Vídeo – KIA EV4: Hatchback de volta, mas elétrico
    30 de Janeiro, 2026
    Vídeo – KGM Musso: À moda antiga
    24 de Janeiro, 2026
    Vídeo – FIAT Grande Panda: Não é só charme
    17 de Janeiro, 2026
    Vídeo – Polestar 3: A versão que recomendo
    29 de Dezembro, 2025
    Vídeo – Renault Symbioz: Híbrido verdadeiro e diferente
    2 de Dezembro, 2025
  • Elétricos
    ElétricosVer mais
    Primeiro Teste – Kia EV5: Soma e segue!
    24 de Janeiro, 2026
    Primeiro Teste – Mitsubishi Eclipse Cross: Agora é 100% elétrico
    22 de Janeiro, 2026
    Vídeo – FIAT Grande Panda: Não é só charme
    17 de Janeiro, 2026
    Novidade – Kia EV2: Reforço de Inverno
    13 de Janeiro, 2026
    Novidade – Omoda e Jaecoo: Como a JAP quer posicionar mais duas marcas chinesas
    12 de Dezembro, 2025
  • Crónica à 6ª
    Crónica à 6ªVer mais
    1 (1)_1
    Crónica – Chineses queriam comprar Alfa Romeo e não só
    12 de Abril, 2024
    stellantis-un-plan-strategique-taille-pour-un-monde-chaotique-selon-carlos-tavares - Cópia
    Crónica – Tavares: baterias têm que pesar metade
    5 de Abril, 2024
    5951_Volvo_244_DL_2
    Crónica – Volvo acaba com os Diesel ao fim de 45 anos
    2 de Agosto, 2024
    Luca DE MEO - Cópia
    Crónica – Carta aberta do presidente da ACEA e os seus intentos
    23 de Março, 2024
    24NS0315_1177-source - Cópia (2)
    Crónica – Honda junta-se à Nissan para combater Tesla
    16 de Março, 2024
Notificação
LR_DEF_20MY_NAMIBIA_ROCKY_250320_23
1
Sabia Que?

Novo Defender: à espera do híbrido para baixar dos 80 000 euros

Targa 67 - Thumbnail - Cópia
Hoje Guiei Um...

Vídeo – Alfa Romeo Junior Elettrica: Tem alma mas é elétrica

AG7I8048
1
Estive Lá

Honda CR-V Hybrid: eles tinham razão…

ayrton-senna
1
Sabia Que?

Revelado quem tramou Senna depois de assinar pela Ferrari em 91

Font ResizerAa
Targa67Targa67
Search
  • Hoje Guiei Um…
  • Vídeos
  • Elétricos
  • Crónica à 6ª
Sign In Sign In
Siga-nos
Copyright © Targa 67
Targa67 > Blog > Hoje Guiei Um... > Teste – VW Passat Variant TDI: Em vias de extinção
Hoje Guiei Um...

Teste – VW Passat Variant TDI: Em vias de extinção

Francisco Mota
Última atualização: 14 de Janeiro, 2025 21:31
Por Francisco Mota
Passat_16
PARTILHAR

Uma carrinha Diesel era a combinação mais procurada no segmento D, não há muitos anos. Mas o mercado português mudou e hoje é uma espécie em vias de extinção. O que não quer dizer que não continue a ter os seus argumentos, redescobertos em mais um Teste TARGA 67, conduzido por Francisco Mota e fotografado por João Apolinário.

Conteúdos
Oitava geraçãoEstilo pouco mudaNovo interiorMala enormeVantagens do DieselSem modos…AutobahnComportamentoConclusãoVW Passat Variant 2.0 TDI

O VW Passat deixou de ser produzido em versão berlina, quando esta mais recente geração foi lançada há alguns meses. A razão é simples: não há compradores suficientes que justifiquem a sua continuação em produção. Mas a versão carrinha, a Variant, vai continuar a defender a sua posição, sobretudo porque continua a ter bastante procura no mercado alemão, o que mais consome carrinhas da Europa. Portugal, que também foi um país onde as carrinhas eram preferidas em alguns segmentos, acaba por ser um beneficiário colateral.

Oitava geração

Esta oitava geração da Passat Variant é uma gémea da Skoda Superb Break, tendo ambas sido desenvolvidas pela marca checa e ambas produzidas na fábrica Skoda em Bratislava. Uma maneira inteligente de manter a Passat Variant no mercado, pois a Superb Break continua a ter bastantes apreciadores.

O projeto conjunto permitiu desbloquear orçamento para rejuvenescer a plataforma MQB profundamente, autorizando a que se possa considerar que ambas são novas gerações. Do monobloco reforçado ao sistema de infotainment atualizado e ao interior modernizado, nada foi deixado como estava, incluindo os sistemas de ajuda eletrónica á condução.

Estilo pouco muda

O que pouco mudou foi o estilo, mantendo-se um inconfundível ar de Passat, apesar de todos os painéis exteriores da carroçaria serem diferentes. Claro que há uma aproximação ao ID.7, mas a Passat continua a ter uma frente com a grelha entre os faróis e luzes de trás ligadas por uma barra luminosa. De resto, há uma preocupação com a visibilidade, com três amplos vidros laterais e uma linha de cintura não demasiado alta. Os pilares da frente também foram redesenhados com a mesma preocupação.

Esta oitava geração do Passat, designada internamente por B9, tem mais 14 cm de comprimento, o que é um aumento considerável, acompanhado por uma distância entre-eixos 5 cm maior, para um comprimento total de 4,92 metros, tanto quanto um Audi Q8 e-tron, para dar um termo de comparação. Quem ganha com estas maiores dimensões exteriores é o volume para bagagens, que sobe aos 690 litros e o espaço para os passageiros da segunda fila, que é enorme, sobretudo no comprimento para as pernas e na facilidade de acesso.

Novo interior

O interior foi aquilo que mais mudou no B9. Há agora um desenho mais minimalista, com muito poucos botões físicos no tablier. Quase todos os comandos estão no grande monitor tátil central, alguns pouco intuitivos de encontrar e com alguns dos comandos da climatização sempre visíveis em rodapé do monitor.

A alavanca da caixa passou a ser uma haste rotativa na coluna de direção, obrigando a que todas nas funções secundárias sejam comandadas pela haste da esquerda, mas libertando espaço na consola central, que tem três  úteis porta-objetos com tampa. A impressão de qualidade é semelhante à da anterior geração, o que quer dizer das melhores do segmento, com pele sintética com pespontos em vários locais.

Mala enorme

Quanto à mala, tem um acesso baixo e fácil, uma chapeleira automática e lugar parava guardar sob o piso, quando se quiser rebater assimetricamente o banco traseiro, o que se pode fazer através de alavancas nas paredes da mala, ao lado de práticos ganchos para pendurar bagagens pequenas, como sacos de supermercado e uma calha amovível para dividir o espaço de carga.

Voltando ao lugar do condutor, a posição de condução é muito boa, porque o volante está bem alinhado com os pedais e o banco, tem uma pega anatómica e amplas regulações. Ao banco falta um pouco mais de apoio lateral, mas é confortável e também com ajustes para todas as estaturas. Apesar de não ser um SUV, a visibilidade é mais do que suficiente.

Vantagens do Diesel

O motor 2.0 TDI é a última evolução, sendo claramente o melhor de sempre desta linhagem de motores de quatro cilindros  turbo Diesel do grupo Volkswagen. Muito silencioso (e com boa insonorização) muito poucas vibrações e resposta decidida mas progressiva, a velocidades de cidade. A caixa DSG7 ajuda-o bem e são raras as vezes em que mostra alguma indecisão entre qual a melhor relação a escolher.

O condutor pode escolher deixar a caixa fazer o que entende, pode escolher o modo “S” desportivo que continua a ser automático ou passar ao modo manual, usando as patilhas, que proporcionam passagens rápidas, muito suaves e quase sempre obedientes, desde que não se lhe peça para fazer reduções a velocidades que o sistema considera altas para a integridade da mecânica.

Sem modos…

A unidade deste ensaio está equipada com pneus 215/55 R17 que, em conjunto com a suspensão, proporcionam um pisar relativamente firme, mas sem passar pancadas secas para o habitáculo no mau piso. Nesta unidade não havia modos de condução, mas também não dei por falta deles. Claro que os amortecedores são passivos, mas fazem um bom trabalho. A direção pode ser considerada pesada por alguns condutores, para mim, está perfeita nesse aspeto e também na progressividade e precisão.

No meu habitual teste de consumos reais TARGA 67, com o A/C desligado, obtive um valor de 6,1 l/100 km, que se pode considerar bom, tendo em conta que não há um sistema híbrido e que o peso ascende aos 1603 kg. Passando para a autoestrada, a 120 km/h estabilizados, o consumo desceu aos 4,3 l/100 km, fazendo lembrar os benefícios do gasóleo em termos de consumos e de emissões de CO2. Com um depósito de 66 litros, a autonomia vale 1534 km até esgotar a última gota de gasóleo.

Autobahn

A condução em autoestrada é o ponto forte da Passat Variant 2.0 TDI, não só pelo baixo consumo, mas pela suavidade e baixo ruído do motor e pelo conforto. Com piso perfeito, a carroçaria vai muito bem controlada pela suspensão independente às quatro rodas e o o motor tem força disponível desde baixos regimes para qualquer ultrapassagem de urgência. A velocidade máxima anunciada é de 223 km/h, um número relevante apenas pelos utilizadores das “autobahn” alemãs.

Passando a estradas secundárias, o motor continua a agradar pela sua disponibilidade e pela maneira vigorosa como chega à rotação a que se atingem os 150 cv máximos. A aceleração 0-100 km/h anunciada é de 9,3 segundos. A caixa é muito rápida e suave, em condução mais apressada, e os travões transmitem confiança e são fáceis de dosear.

Comportamento

O comportamento dinâmico tem na facilidade de condução a sua lógica prioridade. Aumentando um pouco o ritmo, a frente subvira relativamente cedo na entrada rápida em curva, se bem que os pneus GoodYear Efficient Grip Performence 2 também têm alguma responsabilidade. Só em encadeados de curvas, com as massas a serem atiradas de um lado para o outro, se sentem alguns movimentos parasitas, resultado do peso.

Para uma condução um pouco mais despachada, o modo “S” da caixa acaba por ser mais adequado a esta Passat Variant 2.0 TDI do que usar as patilhas, até porque o motor prefere os regimes intermédios aos mais altos. A gestão da caixa faz um bom trabalho com esta função ativada.

Conclusão

Neste Teste TARGA 67, a VW Passat Variant 2.0 TDI mostrou quer a fórmula que fez sucesso no passado mais ou mesmo recente continua a fazer sentido. Preconceitos anti-Diesel ou modas como a dos SUV à parte, uma boa carrinha Diesel como esta continua a ter muito espaço, para passageiros e bagagem, baixos consumos, conforto e facilidade de condução. O preço da versão Business, a mais acessível, é de 58 047 euros.

Francisco Mota

VW Passat Variant 2.0 TDI

Potência: 150 cv

Preço: 58 047 euros

Veredicto: 4 estrelas

Ler também, seguindo o link:

TAGGED:VolkswagenVWVW PassatVW Passat TDIVW Passat VariantVW Passat Variant 2.0 tdi
Partilhe este artigo
Facebook Email Copy Link
Deixe o seu comentário Deixe o seu comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

- Pub -
Ad imageAd image

Veja também estes artigos

Renault_1 (2)
1
Hoje Guiei Um...

Teste – Renault Austral 1.3 TCe: talvez a melhor opção

Por Francisco Mota 3 de Maio, 2023
Audi Q4 50 e-tron quattro
1
Crónica à 6ª

Crónica – Audi Q4 e-tron: afinal era tão fácil fazer um EV atraente

Por Francisco Mota 18 de Junho, 2021
ElétricosHoje Guiei Um...

Primeiro Teste – Polestar 2 MY26: Fazer história em 5 anos

Por Francisco Mota 11 de Outubro, 2025
Volkswagen ID. 2all concept car
1
ElétricosSabia Que?

Novidade – VW ID.2: Polo elétrico por menos de 25 000€

Por Francisco Mota 2 de Agosto, 2024
Skoda_1
1
Hoje Guiei Um...

Teste – Skoda Kamiq Scout 1.0 TSI: Palavra de escuteiro

Por Francisco Mota 24 de Maio, 2023
SKODA_TREKKA-1440x961
1
Sabia Que?

Trekka, o primeiro SUV da Skoda: faz lembrar alguma coisa?

Por Francisco Mota 20 de Junho, 2019

Targa 67

Subscreva a nossa newsletter

  • FichaTecnica e Estatuto editorial
  • Termos e Condições

Copyright © Targa 67

Don't not sell my personal information
Go to mobile version
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?