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Estive Lá

Primeiro Teste – Peugeot 3008 Hybrid 48V: Mais que um “mild hybrid”

Francisco Mota
Última atualização: 28 de Junho, 2023 9:24
Por Francisco Mota 7 Min leitura
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A Peugeot estreia um novo sistema “mild hybrid” que será usado na generalidade dos modelos do segmento B e C da Stellantis. Tem por base o motor 1.2 PureTech, muito transformado, e resulta num funcionamento acima de um “mild hybrid” comum. Descubra tudo em mais um Primeiro Teste TARGA 67, com condução de Francisco Mota.

Conteúdos
Sem sinergiasUma solução de futuroMotor 1.2 modificadoA grande diferençaTambém faz “boost”Ao volanteDinâmica ágilConclusão

 

Há “micro-hybrid”, “mild-hybrid”, “full hybrid” e “plug-in hybrid” mas a Peugeot e a Stellantis conseguiram criar um novo conceito híbrido, para o qual ainda não há um nome definido. Na base, é um “mild-hybrid”, mas faz muito mais que o normal neste tipo de sistemas híbridos ligeiros. Por mim, chamo-lhe “mild hybrid plus” ou MHEV+ a ver se pega…

Assinatura luminosa típica do 3008

Para ser honesto, a primeira marca na qual guiei um sistema deste tipo foi também da Stellantis, a Alfa Romeo e o seu Tonale 1.5 Hybrid que utiliza o mesmo conceito. Mas, além do conceito, nada é comum entre essa versão do Tonale e o novo 3008 (e 5008) Hybrid 48V.

Sem sinergias

O projeto do Tonale começou antes da formação da Stellantis e partilha a plataforma e a mecânica com o Jeep Compass, ambas marcas da então FCA.

Botão balanceiro encastrado para a transmissão

A fusão com a PSA não chegou a tempo de aplicar sinergias neste caso. Por isso há dois sistemas de conceito semelhante no grupo, mas que não partilham componentes relevantes entre si.

Uma solução de futuro

O Hybrid 48V agora estreado pela Peugeot será aplicado na generalidade dos modelos dos segmentos B e C do grupo num futuro próximo, daí ter uma importância muito grande para a redução de emissões poluentes nos modelos das marcas que fazem parte deste gigante industrial.

Volante pequeno é o tradicional na marca

É a preparação do grupo para as normas anti-poluição Euro 7 e chamo-lhe MHEV+ porque, ao contrário da maioria destes sistemas, o da Stellantis é capaz de fazer rolar o 3008 que testei em modo 100% elétrico.

Acontece durante pouco tempo seguido e a baixa velocidade, mas com alguma frequência. A marca afirma que, em cidade, o sistema é capaz de rodar com o motor a gasolina desligado durante 50% do tempo de condução.

Motor 1.2 modificado

O motor a gasolina é o conhecido tricilíndrico 1.2 PureTech, mas com as alterações necessárias para funcionar no ciclo Miller. Ou seja, tem uma distribuição nova, com válvulas atuadas por “martelos”, em vez de “touches” e árvores de cames comandadas por corrente, em vez de correia.

Sistema “mild hybrid” capaz de mover o 3008 em modo elétrico

Tem também um turbocompressor de geometria variável. A este motor 1.2 está agregado um motor/gerador de 2 kW para fazer o arranque do motor a gasolina, desde parado ou em andamento mas que também pode gerar energia elétrica.

A grande diferença

A diferença, para a maioria dos MHEV, é a existência de um segundo motor elétrico de 21 kW, incorporado numa nova caixa de velocidades de dupla embraiagem e seis relações.

Faróis em LED e grelha “infinita”

Este motor tem por missão principal ajudar o motor 1.2 a baixos regimes, compensando o tempo de resposta do turbocompressor para resultar numa resposta “cheia” e linear.

Também faz “boost”

Pode também substituir por completo o motor a gasolina, em situações de baixa aceleração, funcionando até um máximo de 145 km/h e fornece um acréscimo (boost) de 12 cv, em recuperações abaixo dessa velocidade. A partir daí, deixa de ser eficiente a sua utilização.

Painel de instrumentos para ler por cima do volante

A bateria de 0,89 kWh (0,432 úteis) está colocada sob o banco do condutor. O acréscimo de peso de todo o sistema híbrido é de apenas 75 kg, a aceleração 0-100 km/h é de 10,0 segundos.

Ao volante

Em circuito urbano, ficou clara a suavidade do sistema em quase todas as situações. Apenas se nota alguma hesitação da caixa quando tem que fazer uma redução logo após a entrada em funcionamento do motor a gasolina, algo que foi reconhecido pelos técnicos como uma limitação natural do sistema, pois as duas ações têm que ser feitas uma da cada vez.

Dinâmica ágil e boa aceleração

Também se nota o ruído de funcionamento do comando da caixa, mas só com o rádio e a climatização desligados. Em estrada, o 3008 Hybrid 48V sente-se leve e ágil, com os 136 cv combinados, mais 6 cv que o mesmo motor sem hibridização, a mostrar uma boa resposta a solicitações mais exigentes.

Dinâmica ágil

A dinâmica está bem equilibrada entre precisão e conforto, com um pouco de prioridade à primeira, o que agradará a um certo tipo de condutores. A caixa de dupla embraiagem tem uma resposta aceitável, usando as patilhas fixas à coluna de direção, que pareceram curtas.

Bom compromisso entre dinâmica e conforto

A regeneração na desaceleração é suficiente, não é mais intensa porque a capacidade da bateria não comportaria mais carga.

Também aqui, será necessário um teste mais prolongado e com um tipo de condução mais homogéneo, para tirar conclusões em relação aos consumos.

Condução ágil e 3008 sente-se leve

A Peugeot anuncia uma redução de até 15% e um consumo combinado de 5,6 l/100 km. O início das vendas será depois do Verão, com preços ainda não anunciados.

Conclusão

Neste Primeiro Teste, o novo sistema Hybrid 48V estreado na Peugeot mostrou méritos a vários níveis, sobretudo na condução em cidade. E mostra como um conceito mais simples que um “full hybrid” tem o seu lugar na oferta atual de mecânicas híbridas, seguramente com custos de produção mais baixos.

Francisco Mota

Ler também, seguindo o Link:

Primeiro Teste – Peugeot E-2008: como o campeão se reforçou

TAGGED:featuredPeugeotPeugeot 3008Peugeot 3008 Hybrid 48VPeugeot 5008Peugeot 5008 Hybrid 48V
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